06 motivos para não insistir em um relacionamento com ele

06 motivos para não insistir em um relacionamento com ele
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Desistir de um relacionamento não é tarefa fácil, mais complicado ainda é saber se verdadeiramente o amor chegou ao fim ou se ainda precisamos insistir nessa relação. Se você está com esta dúvida, e vive questionando se a felicidade realmente, a situação está delicada em seu casamento ou namoro e quer ter conhecimento se deve prosseguir em ficar junto com essa pessoa, saiba que permanecem alguns sinais que aconselham se vale a pena ou não apostar nessa relação.

Veja qual é a hora certa de deixar esse relacionamento de lado e partir para outra relação através desses sinais;

• Agressões e discussões

Esse sinal lembra que as coisas não estão indo bem, e o mais orientado a fazer é avaliar se verdadeiramente vale a pena insistir em um relacionamento em que tem constantes brigas e agressões verbais.

Isso pode advir por motivos banais ou mais sérios, mas se vocês não conseguem se entenderem sem usar um tom de voz mais agressivo, isso pode aparecer que a relação está se virando completamente destrutiva para ambos.

Ver Também: Quais são os segredos para um relacionamento dar certo?

• Você não visualiza o futuro no seu relacionamento

Você facilmente não consegue imaginar um futuro ao lado do atual parceiro. Se ele te coloca nos planos dele, entretanto você não consegue se sentir feliz com isso, talvez seja melhor avaliar a opção de dar um tempo nessa relação, pois isso adverte que você não está completamente entregue ao seu par.

• Falta de confiança e ciúme exagerado

Por mais que muitas pessoas confundam a verdadeira definição da palavra ciúme, em suposição alguma ela está ligada ao amor. Por isso, não se deslumbre se você ouvir de seu parceiro algo parecido com “Eu tenho ciúmes de você porque te amo muito”.

Logicamente que ela pode te amar, mas não é o ciúme em exagero que vai provar isso, ou seja, isso pode apenas comprovar que ele não confia em você.

Se dedicar a uma relação que não tem certeza é algo complicado e se ela vir combinada de ciúme, isso pode apagar lentamente a relação. Em doses homeopáticas, você até consegue lidar com isso, porém nem assim é aceitável erguer uma relação muito saudável.

• Ele insiste em reproduzir os mesmos erros

Mesmo depois de muitas discussões pelos mesmos motivos, o seu parceiro não se esforça para transformar, e quando tenta ser correto, logo volta a incumbir os mesmos erros. Isso revela que chegou a hora de examinar o que você realmente quer para a sua vida. Estar cultivando a um relacionamento significa aceitar os defeitos e qualidades do parceiro, além de arriscar a compreender que ele não é constrangido a mudar sua personalidade para te agradar, assim como você não carece aceitar algo que não está lhe faz bem.

• A rotina sobrecarregou

Esse pode ser um dos motivos que faz muitos casais cogitarem sobre a sua vida amorosa.
Quando o par não se esforça para quebrar a rotina, e acostuma fazer os mesmos programas todos os dias, escolhendo se acomodar diante dessa situação, o relacionamento acaba passando por circunstâncias complicadas. Se nenhum dos dois demonstra disposição para mudar a relação, que seguramente está desconfortável para ambos, isso pode ser um sinal de que tudo isso necessita ser avaliado cuidadosamente, pois viver em uma relação que não representa mudanças benéficas, realmente não vale a pena.

• Se não há mais confianças

Se por algum motivo, a ralação de confiança for quebrada , muitas coisas tem que ser repensadas
Por que pode ser tão difícil conseguir enxergar se uma relação vale a pena ou não de ser levada adiante?

Quando apreciamos alguém e o elegemos como “o ser amado”, passamos a nos relacionar não só com ele, de carne e osso, mas também com uma imagem que instituímos dele dentro de nós. Esta imagem mistura atributos do que ele verdadeiramente é e daquilo que necessitamos que ele seja.

Esta imagem se alimenta da presença física dele, mas tem como base nossas carências infantis. Quando o “amado real” se distancia da imagem e da expectativa que criamos dele, aguentamos e ficamos confusos. Não sabemos mais se vale a pena ou não continuar com a relação, o que nos traz muita aflição.

Diante da dúvida entre insistir e desistir de um relacionamento amoroso, o que deve ser respeitado?

O que devemos levar em conta é a quantidade de sofrimento que a relação está nos causando. Pode ser que o amado permaneça contribuindo bastante para isso, na medida em que ele não é claro, não se empenha, não é o que você espera ou lhe trata mal. Mas também tem a possibilidade de ser você mesmo o agente da própria perturbação. Para entender o que está incidindo, vale a pena passar por um bom trabalho de autoconhecimento, por um autoexame, que vai lhe auxiliar a ter mais percepção e, a partir daí, conduzir sua vida da melhor maneira.

Para valer a pena permanecer, o que a relação necessita apresentar? Só ter amor é suficiente? E quando é o momento de desistir?

Se a situação está difícil, complicada, só vale a pena permanecer se houver a probabilidade de mudanças internas ou externas, quer sejam de atitudes ou de ponto de vista.

A maneira com que amamos corresponde a padrões que adquirimos em nossa infância, a partir das relações com nossa família original. Estes padrões podem estar contaminados de muita neurose e por isso podem não ser confiáveis. Continuar ou desistir da relação tem a ver com a capacidade de conviver e administrar conflitos, e isto é um atributo de cada indivíduo.

Quais perguntas a pessoa precisa se fazer para chegar a essa conclusão?

Pergunte-se:

• Qual a minha responsabilidade, a minha participação nessa história toda?

• Será que eu não venho reproduzindo o mesmo padrão nas minhas relações no decorrer da vida?

• Quais são as minhas esperanças para esta relação?

• Estas expectativas são viáveis? Podem ser realizadas?

• Será que eu arquitetei o outro e a relação de uma forma irreal?

• Será que eu quero conviver densamente com uma pessoa tão diferente daquilo que eu espero dela?

• Será que ela tem condições de mudar?

• Será que esta relação tem capacidade de mudar?

• Estou eu e o outro atraídos em obter mais clareza de si e da relação?

• Estamos conversando o suficiente sobre nós mesmos e nossas expectativas?

• Temos capacidade de negociar a relação?

• Conseguimos nos colocar na pele do outro ou tudo deve ser segundo a vontade de um dos dois?

Como distinguir se um obstáculo é desafio

E pode ser vencido – e quando marcar com sinais que é hora de parar e recomeçar em outra direção? A partir das perguntas acima você tem um bom diagnóstico sobre a probabilidade de ir ou não para frente com a relação. As relações só podem ter boa qualidade se ambos os parceiros se indicarem a olhar para si mesmo, distinguir o que realmente anseiam e além disso, saibam expressar com clareza para o outro o que ambicionam. Sem isto, a tendência é viver ao meio de muita confusão.

Entre o insistir e o desistir há alguma outra possibilidade no meio?

Sim. A possibilidade é negociar. Para tanto é necessário que cada um dos dois saiba de si, se suas verdadeiras finalidades e consiga praticar o “não positivo”, um não que pontua o que é bom ou não para si, que coloca um contrato viável, bom para ambos os parceiros, que não penda somente para um dos lados.

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