24 horas para esquecer um homem! Confira:

24 horas para esquecer um homem! Confira:
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Esquecer uma ser humano em somente 24 horas? Ah, não é possível. Apenas é possível esquecer indivíduo em 24 horas se for uma indivíduo que de modo algum tenha entrado a turma de delonga do seu coração. Se tiver ido bastante mais longe que isto, temos pena, porém vai demorar um tanto mais.  Bem, o caso é que é obrigatório realizar qualquer coisa que possa ser, o mais rápido que for realizável.

Ainda que que esteja em agonia e ache que a sua vida de modo algum mais vai voltar a ser o que era antes e que o seu coração de modo algum mais vai ser capaz de se oferecer a outro ser mundano, não deixe que essa figura lhe acabe com a vida. Há constantemente atitudes que se pode ingerir nas primeiras 24 horas a seguir à Catástrofe. Pretende entender quais são?

Ver também: Razões pelas quais alguns relacionamentos não funciona

1. Abalançar-se na cabeça que acabou de fato.

Ou seja o mais complicado, visto que a maior parte dos indivíduos que dizem que desejam esquecer outra pessoa, inclusive as que juram que já acabou tudo visto que ele é casado/infantilóide/retardado emocional, de fato também mantêm uma restiazinha de crença que anula todo o trabalho de casa. Como esquecer essa pessoa que não desejaremos de facto esquecer?

2. Reduzir qualquer comunhão com ele.

Isso parece óbvio porém não é sempre que possuimos a afoiteza para o realizar, por causa do primeiro item mal resolvido. Se ele é seu amigo de trabalho e não pode acarretar ao seu chefe que o despeça visto que é ruim para uma trabalhadora e similarmente é ruim para a empresa (hehhe), olhe, trabalhe. Não aceite convites dele para cafezinhos, explicações ou ‘afeição’.

Se pretende ter amiguinhos, faça-se de amiga do Sebastião Maria que lhe pediu para ser amigo no Facebook e diz que ama Bach, Ricky Martin e caniches (precisa ser gay, o que é bom, nesta altura do torneio). Se o Zé Pedro lhe está constantemente a invadir a sua página de Facebook a enviar coraçõezinhos, galhetas e vídeos do You Tube, abandone no decorrer do tempo essencial à cura. Aprenda a viver sem internet.

3. Realizar qualquer coisa física.

Atenção que por qualquer coisa física não se entende jogar-se para o pescoço do Vasco Maria, o parente do Sebastião Maria, que lhe pediu amizade a reboque do parente e estava presente na foto de perfil com o Ricochete (o bicho), ao aguardo de comover a alma das meninas que gostam de animais (todas).

Coisas delicadas como acabar o esboço da sua avozinha em ponto cruz ou acabar de bordar ‘Zé Pedro Adoro-te Bué’ na toalha que ele deixou lá em casa, similarmente não funcionam. Vá ao attack, ao combat, vá circular no paredão (porém resista ao desejo para se arremessar ao abismo, a não ser que se queira    mesmo nadar fundo), faça qualquer coisa pesada e que a canse de fato.

Sue o Zé Pedro para fora do seu arranjo. Garantimos que através da décima flexão o Zé Pedro vai ser a mais irrelevante das suas preocupações.

4. Escrever um livro ou um blog

Desabafe tudo o que lhe acompanha na essência. É verdade que além disso pode ficar acordada até às 7 da manhã a remoer totalmente o que ele disse e especialmente o que não disse e a chamar-lhe os nomes todos, porém, ninguém sabe por que, no momento em que se passam as coisas para o papel encontra-se tudo mais evidente e além do mais dorme-se melhor e não lhe acontece a euforia de a analisar no dia posterior com cara de quem saiu da ‘Casa Addams’.

5. Pôr batom.

Uma ruptura amorosa demanda constantemente o análogo ao autocarro do Speed a espetar-se na nossa já agoniante delicada dignidade. Ainda que que tenha acordado no seu registro/blogue que não teve culpa nenhuma no cartório e que o infantilóide/retardado emotivo é ele, há constantemente um buraco na autoestima. Em consequência disso não deixe.

Ou deixe pouco. Ligue o airbag e as luzes de apresentação: ou seja, arranje-se. Saia já hoje e compre um calçado lindo. Vá ao salão. Aproveite que possui desculpa para fazer as compras como cura! Se não possui um caso com ele, tenha uma aventura consigo mesma.

Atenção é para a cura não lhe acabar o cartão de crédito: o propósito é cicatrizar um aborrecimento, não achar outro. E atenção não exagere no novo visual. Ligue as luzes de apresentação porém não ligue os máximos. Atenção à propensão pós-fim do amor para a figura se tornar um clone da Lady Gaga.

6. Achar outra coisa no qual refletir.

Se deixarmos, o resultado de uma ruptura gera mais estragos que aqueles de que nos damos conta: arranje depressa outra coisa para executar.

Ainda que que pense que a única coisa que pode executar é ficar na cama como morta (alô, uma morta que consiga articular e choramingar), a dizer ‘Zé Pedro és infantiloide e retardado porém és o homem da minha vida!’ e a choramingar até que o nível das águas suba até ao teto e afogue os pombos, levante-se e obrigue-se a criar outra coisa.

Ao invés de ficar a conceder beijinhos ao ursinho que ele lhe deu nos anos a dizendo ‘É meu denguinho’ faça um curso de cozinha vegetariana, junte-se aos observadores de pássaros, aprenda a dizer ‘Eu odeio você pelo motivo de você ter estragado alguns dos melhores dias da minha vida porém se não sabe como é que uma mulher se vinga vai compreender bem em breve’ em alemão. Se quiser bordar algo na toalha, escreva ‘DenguinhoDays Are Over’.

7. Afogar o ursinho, ainda que que ele peça compaixão de joelhos.

Queime as cartas do Zé Pedro (atenção para não atear fogo inclusive no tapede e na casa inteira), feito isso, deite as cartas dele no entulho (contentor azul) e não se levante às 4 da matinada para ir lá buscá-las. Nunca use as joias que ele lhe deu (se foi um forreta dos piores e não lhe deu nenhuma, olhe que bom!).

8. Ter calma.

Não arranque os cabelos visto que ele está constantemente na seu cabeça. Aos poucos, vai começar a deixar de estar. Porém precisa executar sendo assim. As mulheres precisam de um divino no altar: possuímos adversidade em viver com um ninho carente no lugar do coração. Enquanto não houver lá ninguém, vai ser complicado afastar de lá o Zé Pedro.

Em consequência disso arranje depressa outro para lá pôr, nem sequer que possa ser um inocente fantasioso, nem sequer que possa ser apenas alguém a quem você acha simpático. Porém atenção com o seu ‘reboundman’.

Você acha que é apenas alguém com quem beber um cafezinho, e daqui a nada ele está a propor-lhe casório de joelhos e a obter lençóis de linho egipciano para a cama de marido e mulher.

9. Chamar uma amiga.

Similarmente podia chamar um bando delas, é certo, porém desta forma estaria a perder de uma só vez imensos preciosos pares de ouvidos. As amigas são uma energia que nos arranca dos abismos, porém não convém cansar todas as suas senhas de amizade numa única refeição noturna de dor de corno. Por causa disso racione-as bem: jamais martirize mais que uma de cada vez.

10. Relativizar.

Evidente que na altura na qual o mundo acaba, relativizar é a última coisa que desejaremos ou conseguimos realizar. Porém quando conquistar, pense que, até neste momento, resistiu continuamente.

Lembra-se no momento em que acabou com o Paulo Jorge que tinha 2 dentes tortos e achava que era o Super Homem, e você achou que ia bater as botas? Não morreu, pois não? Então acabou-se: essa coisa de falecimento de amor apenas se usava no século XIX, no momento em que as mulheres tinham pouco com que apoderar-se as cabeças.

Porém agora o planeta é nosso: existe um homem a menos? Porém há tantos por este mundo fora! Era o homem da sua alma? Porém há tantos homens da nossa alma! Volte à batalha e descubra aquele que, como diziam as nossas ancestrais, saiba merecê-la.

 

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