6 pilares da felicidade para melhorar a relação interpessoal

6 pilares da felicidade para melhorar a relação interpessoal
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O objetivo de todos, é conseguir a tão almejada felicidade, talvez sem parar para pensar que não basta apenas “ser feliz”, ou seja, ter tudo o que se pode ter na vida, mas sim, o que conta, é “sentir-se feliz”, ou seja, nossa alma “estar feliz”.

E nem todos conseguem entender isso. Não sabem aproveitar a felicidade que tem ao alcance da mão, e apesar de “serem felizes”, não conseguem assim sentir-se…

A convivência no trabalho nos faz lidar com diferenças de opinião, de visão, de formação, de cultura, de comportamento… Fazer isso pode não ser fácil, mas é possível se basearmos nossos relacionamentos interpessoais nesses seis pilares.

Ver também: Entenda que sua felicidade não esta nas mãos do outro

  Pilares

Esses ingredientes da convivência no trabalho nos obrigam a lidar com diferenças de opinião, de visão, de formação, de cultura, de comportamento… Fazer isso pode não ser fácil, mas é possível se basearmos nossos relacionamentos interpessoais em seis pilares: autoconhecimento, não-julgamento, empatia, assertividade, cordialidade e ética.

Para conquistar a felicidade, devemos ter coragem para renunciar a situações que falsamente nos são apresentadas como boas. Devemos saber perder algumas possíveis vantagens, se com isso ganharmos tranqüilidade e paz de espírito. Não devemos fugir de nossos problemas, mas sim enfrentá-los, e, pelo menos procurar vencê-los. Isso será sinal de amadurecimento.

Acredito que podemos nos considerar felizes quando estamos nos sentindo bem, seja de saúde, seja emocionalmente, quando nada estamos sofrendo, quando não estamos fazendo mal a ninguém, quando estamos vivendo autenticamente, quando não estamos vivendo uma mentira…

Autoconhecimento – Ter autoconhecimento significa reconhecer nossos traços de comportamento, o impacto que causamos nos outros e que comportamentos dos outros nos incomodam. E isso é fundamental para administrar bem os relacionamentos!

Por exemplo: uma pessoa objetiva e dinâmica, que gosta de agir com independência e rapidez para atingir seus objetivos, pode ter conflitos com um colega de perfil mais cauteloso e metódico, que segue regras à risca e tem um ritmo mais lento por se preocupar com detalhes. Porém, se pelo menos um dos dois  tiver autoconhecimento, pode utilizar estratégias que minimizam o conflito com o outro.

Não-julgamento – Cada um de nós tem seus valores e conceitos do que é bom ou mau, certo ou errado, adequado ou não e por aí vai. O sistema de valores e conceitos é como uma lente pela qual enxergamos o outro, e, quando vemos nele algo que não bate com o nosso sistema, surge o julgamento.

Ter uma atitude de não-julgamento é não deixar que nossas diferenças em relação ao outro predominem no relacionamento, como fossem tudo que o outro é. Podemos ir além do julgamento e enxergar outros aspectos da pessoa – suas qualidades, habilidades, pontos de vista. Certamente encontraremos motivos para respeitá-la e admirá-la, o que facilitará o relacionamento com ela.

Empatia  – Ter empatia é considerar os outros, suas opiniões, sentimentos e motivações. Sem isso, não há como chegar a uma relação equilibrada. A empatia também nos torna capazes de enxergar além do próprio umbigo e ampliar nossa percepção da realidade com os pontos de vista dos outros. Entre as várias coisas que se pode fazer para praticá-la, a mais básica é escutar com atenção plena, estando verdadeiramente presente em suas conversas.

Assertividade  – Para ter relacionamentos saudáveis, não basta  ouvir:  é preciso também falar, expressar nossas opiniões, vontades, dificuldades. É aí que entra a assertividade, a habilidade para nos expressar de forma franca, direta, clara, serena e respeitosa.

Cordialidade – Tratar as pessoas com cordialidade é ser gentil, solícito e simpático, é demonstrar consideração pelo o outro de várias formas. Pode ser com o “bom dia” com que saudamos o destinatário de nossa mensagem de e-mail, com o ato de segurar a porta do elevador para alguém entrar  ou apanhar do chão um objeto que o colega deixou cair.

Dizer “obrigado” olhando a pessoa nos olhos, oferecer-se para prestar uma ajuda,  cumprimentar aquele com quem cruzamos no corredor, mesmo saber seu nome… A cordialidade desinteressada, que oferecemos por iniciativa própria, sem esperar nada em troca, é um facilitador do bom relacionamento no ambiente de trabalho.

Ética – Ser ético é ter atitudes que não prejudiquem deliberadamente os outros, não quebrem regras ou acordos estabelecidos e não contrariem o que se considera certo e justo. Podemos ter muito autoconhecimento, evitar julgamentos, ser altamente empáticos,  assertivos e cordiais, mas, se não nos conduzirmos pela ética, não conseguiremos manter relacionamentos equilibrados.

Fortalecer esses pilares traz melhorias não só para nossas interações no trabalho, mas também  para as de outras  áreas da vida como a familiar, afetiva, social, de amizade. Vale a pena investir nisso – afinal, os relacionamentos são a melhor escola para o nosso desenvolvimento pessoal!

No trabalho

Entre os relacionamentos que temos na vida, os de trabalho são diferenciados por dois motivos: um é que não escolhemos nossos colegas, chefes, clientes ou parceiros; o outro é que, independentemente do grau de afinidade que temos com essas pessoas, precisamos nos dar bem com elas para realizar algo juntos. Esses ingredientes da convivência no trabalho nos obrigam a lidar com diferenças de opinião, de visão, de formação, de cultura, de comportamento… Fazer isso pode não ser fácil, mas é possível se basearmos nossos relacionamentos interpessoais em quatro pilares: autoconhecimento, empatia, assertividade e ética.

Viver nem, é viver feliz

Viver é seguir impulsos até perceber, ou intuir a tendência de equilíbrio que está em sua raiz. A pessoa é impelida para a aventura, como forma de se machucar para saber se levantar e aprender a andar.  Isso vem demonstrar que o caminho para a felicidade pode não ser fácil.

Dependerá muito de nossa intuição, e de nossa capacidade de percepção do que temos pela frente.
Muitas pessoas se iniciam em certos vícios, apenas por não saber dizer não em certas situações, e deixar-se levar por impulsos errados, ou conselhos daqueles que se dizem ser amigos.

Mesmo tendo consciência de que aquilo irá prejudicar sua vida, entram de cabeça e se iniciam em vícios perigosos. Apenas por não saber renunciar a um possível prazer, ou a dizer não a certos “conselhos”… estragam sua vida, e afastam-se do caminho da felicidade.

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