Alterações hormonais favorecem dificuldade para emagrecer

Alterações hormonais favorecem dificuldade para emagrecer
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A grande descoberta do hormônio irisina foi um grande marco para o universo da medicina. É uma substância que é produzida pelas células musculares e consegue acelerar o metabolismo de um tipo de tecido adiposo, conseguindo aumentar o gasto de energia do corpo e vai levar como resultado disso a perda de peso.

Porém, por enquanto é um efeito que só conseguiu ser comprovado em camundongos por conta de um estudo induzido pela Harvard University, nos Estados Unidos.

A novidade é bastante promissora, mas ainda exige muitas pesquisas para quem sabe começar a ser usada em pessoas que estão acima do peso. Já que esse sonho não chega tão rápido, vamos te mostrar os sete principais hormônios ligados ao peso. Você vai saber como é que é a sua ação e quais condições podem fazer com que ele pare de ser produzido.

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Leptina, o hormônio da fome

É produzida no tecido adiposo e é um hormônio que vai inibir o apetite. Ela é liberada constantemente no organismo e por isso ela não tem nada a ver com a ingestão de alimentos.

As pessoas com obesidade, no entanto, o hormônio não é capaz de exercer o seu papel. As pessoas com essas condições ainda conseguem produzir mais leptina, mas há resistência no organismo em relação a sua ação e vai fazer com que o paciente esteja sempre com fome.

Insulina, o xerife do apetite

Resumidamente o papel da insulina é diminuir o apetite e baixar a glicemia, isso quer dizer, retirar o açúcar do sangue. A função desse hormônio produzido no pâncreas pode ser comprometida se a pessoa fizer uma dieta desregrada.

Aumentando a oferta de glicose no sangue, vai estimular a produção de insulina, mas ganhando peso por conta da ingestão excessiva de comida, o organismo vai desenvolver uma resistência para a ação desse hormônio.

CCK, o regulador do apetite

O hormônio colecistoquinina é uma substância que o estômago produz e ele é quem sinaliza para o cérebro avisando que você está satisfeito. Ele é liberado um tempo depois que você começa a comer. Ao mesmo que ele é produzido, é destruído também, fazendo com que um tempo depois você comece a sentir fome de novo.

Grelina, o inimigo do jejum

Ela é um hormônio que vai estimular o apetite. Quanto mais tempo em jejum, maior vai ser a produção desse hormônio. Ele começa a diminuir depois que você começa uma refeição. As pessoas que são obesas, no entanto, tem uma produção exagerada desse hormônio e o resultado é que a pessoa vai estar constantemente com fome.

O hormônio é diretamente afetado pela realização de uma cirurgia bariátrica. Esse procedimento tira o fundo gástrico, parte do estomago que é responsável pela grelina que diminui a fome.

Tiroxina, o maestro do metabolismo

O hormônio da tireoide atua no nosso metabolismo. É ele quem dá o ritmo para aumentar ou diminuir o gasto energético. O equilíbrio dessa substância no organismo é muito importante. Quando ele falta ou quando está em excesso pode trazer complicações, como infarto ou insuficiência cardíaco.

GLP1, mais saciedade

As substancias desse hormônio são encontradas no Victoza que é indicado originalmente para o tratamento do diabetes, mas também para pessoas que querem emagrecer. O GLP1 é produzido no intestino e ele traz a sensação de saciedade.

Ele é naturalmente liberado no seu organismo depois de 20 minutos que a refeição é iniciada. Aí é que está a diferença de uma pessoa que come muito rápido, pois vai ser preciso comer muito mais do que necessário.

Endorfina, mais prazer nas refeições

A endorfina é responsável pela sensação de bem estar e ela é muito produzida principalmente quando ingerimos carboidratos. É por isso que as pessoas associam comer como uma melhora quando estão se sentindo tristes. Querer comer doces, especialmente, vai acontecer porque esse tipo de alimento é absorvido rapidamente pelo organismo, diferente de uma massa.

Precisando emagrecer?

Você já ouviu falar no Alfa Caps? Ele é um composto 100% natural que reúne todos os ingredientes encontrados em uma dieta detox, porém na medida certa. Ele é feito com uma tecnologia avançada que vai te fazer emagrecer muito mais rápido. Não é preciso passar por aquele trabalhão de fazer receitas complicadas, comprar ingredientes difíceis de encontrar e que são muito caros.

Você vai encontrar o AlfaCaps dividido em duas fórmulas, uma que serve para a noite e outra que serve para o dia. Combinando esses dois compostos, você vai conseguir acelerar o seu metabolismo, controlar o apetite, regular o intestino, reduzir a barriga, entre outros muitos benefícios.

Mas vai ser preciso tomar por muito tempo? A recomendação é que seja tomado por pelo menos 3 meses para que os melhores resultados sejam alcançados. A dose diária deve ser de 2 cápsulas da fórmula Day e 2 cápsulas da fórmula Night, preferencialmente antes das refeições.

E os efeitos colaterais? Então, ele não possui nenhum e pode ser usado por qualquer pessoa. Não esquecendo que mulheres gestantes, crianças ou pessoas enfermas que fazem uso de medicamento contínuo, devem consultar um médico antes de começar a usar.

Será que o Alfacaps é aprovado pela ANVISA? Sim! Ele é aprovado pela Anvisa e pelo Ministério da Saúde. Você pode não saber, mas é sempre importante ficar ligado na hora de comprar um produto natural. Tente escolher sempre os que são aprovados pelos dois órgãos regulamentadores.

Escolhendo produtos assim, você vai eliminar os riscos de ter um efeito colateral que vai prejudicar a sua saúde, além de sempre buscar saber das contra indicações de cada produto.

 

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