Casais endividados Como evitar ser um (Técnica Matadora)

Casais endividados Como evitar ser um (Técnica Matadora)
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Viva a Vida que Lhes Correspondam

O problema de muitos casamentos é que eles querem viver um nível de vida que não lhes corresponda, ou melhor, que esteja longe do alcance de suas possibilidades econômicas, tornando-se depois casais endividados.

Casais endividados

Sabedoria que ajuda: De acordo com um estudo realizado pela por algumas empresas de Incentivos, o Brasil revelou que 55% dos jovens e adultos no Brasil dizem ter suas finanças sob controle, enquanto 40% admitem que seus pagamentos têm que ser distribuídos em suas dívidas. . Essas pessoas gastam até 13 horas por mês pensando em como pagar suas dívidas.

Cartões de crédito, empréstimos e más decisões causam sérios problemas ao relacionamento. O que pode ser, a princípio, uma explosão gratificante (por exemplo, uma despesa com o desejo de agradar o parceiro) acaba se tornando o ponto de discussão.

Muitos casamentos entram em colapso devido à grande quantidade de problemas econômicos que enfrentam, mas hoje damos algumas recomendações que podem ajudá-lo.

1.- Salvar. Independentemente da data, você pode sempre começar a economizar. Então, um bom começo pode ser para ambos salvarem. Pode haver diferentes propósitos de salvar, um deles pode ter o título de “férias”.

2.- Pagar as dívidas. Um casal com menos estresse desfruta mais do relacionamento, então é melhor eliminar as dívidas que incomodam o tempo todo. Se ambos trabalharem, aloque uma parte de seu salário para o pagamento de dívidas, não os ignore.

3.- Menos desperdício. Acima de tudo, nessas datas, porque as férias ainda não acabaram. Tente gastar pouco no final das celebrações do ano. Evite compromissos que geralmente podem custar mais.

4.- Adeus aos cartões de crédito. Se as dívidas do cartão estão se tornando um problema, o melhor é evitar continuar com o seu uso.

5.- Orçamento. O trabalho em equipe é ideal para casamentos economicamente saudáveis. Aqui é importante que os dois reservem um tempo para fazer um esboço de receitas e despesas. Digite um fundo destinado ao pagamento de dívidas e outro para salvar.

6.- Diálogo. Todos nós amamos surpresas e presentes, mas os casais mais saudáveis ​​são aqueles que falam uns com os outros antes que um dos dois queira fazer um gasto pesado. No caso de você querer dar um presente ao outro, por que não fazer um presente com suas próprias mãos? Um que não envolve muito investimento.

7.- Não pegue emprestado. É conveniente começar o ano com o propósito de não pedir mais dinheiro. É mais saudável limitar-se um pouco a querer desfrutar de algo que pode não ser tão necessário (por exemplo, uma caminhada, pois você já tem sua meta de salvação que mencionamos no primeiro ponto).

Pare de ser um casal endividado, não compre o que você não precisa, ou o que custa três vezes mais do que você e seu parceiro ganham, melhor economizar.

De acordo com um estudo publicado no Journal of Family and Economic Issues e conduzido pelas especialistas em finanças Sonya L. Britt e Sandra J. Houston, as discussões sobre dinheiro em um casal causam mais separações do que infidelidade, crianças, lição de casa em casa ou até mesmo problemas sexuais que podem ter seus membros.

O que fazemos se percebermos que a pessoa que amamos tem uma má gestão do dinheiro que o faz incorrer em dívidas continuamente? Como lidar com a situação para que não determine a ruptura? É possível alcançar o sucesso conjugal quando os comportamentos financeiros de um casal não são compatíveis? Abaixo, algumas respostas para essas questões sobre as quais poucos falam.

Couple S.A. O experimento supracitado durou 18 anos, entre 1988 e 201, utilizando os depoimentos de 1683 mulheres casadas que tiveram que avaliar o grau de satisfação no casamento ao longo do tempo.

No final do estudo, 58% haviam se separado, enquanto 42% permaneciam casados. Entre as mulheres que permaneceram casadas, o dinheiro era a principal fonte de insatisfação, acima de todos os outros fatores.

Uma das conclusões interessantes deste estudo é que as discussões sobre as finanças do casal aparecem como uma razão importante para o divórcio, mas elas só podem antecipar o colapso emocional quando emergirem nos estágios iniciais do relacionamento. Em relacionamentos mais maduros o assunto desaparecer, ou porque encontrados dinâmica compatíveis ou financeiras porque uma atitude mais individualista, onde todos se preocupa com suas próprias finanças e decidir não “perder tempo” discutindo isso, é adotado por mais que eles não concordam com a administração do outro.

Segundo a Teoria do Intercâmbio Social, as relações humanas são formadas pelo uso da análise de custo-benefício para ambas as partes. Quando uma pessoa percebe que os custos estão acima de seus benefícios obtidos, eles decidem deixar o relacionamento, enquanto, de outra forma, optarão por ficar.

Do ponto de vista do casal, pode-se dizer que um investimento é feito em tempo, esforço e energia emocional para que funcione. Mas quando um dos dois percebe que esse investimento é injusto em termos daquele que precisa fazer o maior esforço, a situação pode entrar em um caminho irremediável de separação.

É o que acontece quando um dos dois tem atitudes financeiras irresponsáveis ​​que acabam prejudicando ambos, como consumo compulsivo e indiscriminado e endividamento.

Dívida como infidelidade financeira

A honestidade é um dos pilares fundamentais de qualquer relacionamento. Quando uma das partes quebra esse “contrato de fidelidade”, gera ressentimentos e lesões que, em muitos casos, acabam destruindo o vínculo.

No campo do dinheiro, as infidelidades econômicas são mais comuns do que pensamos. Alguns sites apresenta um resumo de pesquisas e estatísticas muito interessantes sobre esse assunto e mostra que pelo menos um terço dos casais cometeu algum tipo de infidelidade econômica.

O endividamento não consensual de uma das partes poderia ser tomado como um caso de infidelidade financeira, em que a pior decisão que podemos tomar é evitar o assunto por medo de um confronto.

Outra prejudicial para perceber o que está acontecendo é vitimizar e acreditar que o nosso parceiro está tomando essa atitude a danos, o que seria uma leitura errada do que está acontecendo, que muitas vezes se assemelha mais a uma atitude comportamento autodestrutivo produto de múltiplas causas que acabam nos prejudicando indiretamente.

Se não deixarmos o nosso ego de lado para que o outro entenda que estamos realmente mais comprometidos em ajudá-lo do que querer estar certo, é provável que ele negue o que está acontecendo, gerando um perigoso e prejudicial pacto de silêncio.

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