Como esquecer um grande amor?

Como esquecer um grande amor?
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O famoso ditado “ninguém morre de amor” de nada serve, nem mesmo de consolo, para quem está passando pelo processo de término de um relacionamento. Depois do término, com o passar dos dias, vem aquela pergunta que não sai da cabeça, e que precisa desesperadamente de uma resposta para diminuir o sofrimento de um término de relação: como esquecer um grande amor? É exatamente sobre isso que vamos falar hoje.

Mas eu já adianto que não existe uma fórmula mágica, e que, cada pessoa deve agir conforme aquilo que lhe faz bem. O que pode, e deve, ser feito, é buscar o entendimento do término para que o ciclo possa ser fechado e você se sinta pronta para iniciar outro.

Não importa muito o que aconteceu para chegar a esse ponto, quando existe sentimento, o fim é sempre triste, e, junto com a tristeza, outros sentimentos costumam aparecer: a frustração de um desejo e planos que não deram certo, saudades daquele alguém que não vai mais fazer parte do dia a dia, culpa por não ter dado o máximo de si para que desse certo e angústia por não saber como vai ser a vida daquele momento em diante.

Ver Também: O relacionamento acabou: de quem é a culpa?

Como enxergar um término de maneira saudável?

A primeira coisa que todas as pessoas que passam por um término devem ter consciência é de que a vida é feita de ciclos. Nada é permanente e tudo está em constante mudança. Empregos são trocados, amigos vem e vão, e amores começam e terminam. Ter esse entendimento, que as coisas tem um ciclo, ajuda no enfrentamento da perda de uma história.

Outro ponto-chave é olhar para a relação terminada não como algo que não deu certo, pelo contrário: se existiu uma história, ela deu certo até o momento em que não deu mais. Pode parecer uma forma “Poliana” de ver a vida, mas, às vezes, a gente precisa do positivismo para seguir em frente. E, no término de uma relação, quando o sentimentalismo é quem assume o controle da vida, tentar ser um pouco mais racional não faz mal algum.

Falando no racional, ele é extremamente bem-vindo no processo de como esquecer um grande amor. É claro que todos os sentimentos devem ter liberdade para ser vividos, à flor da pele, mas até um determinado ponto.

Tentar suprimir a dor e a tristeza não faz com que elas diminuam ou desapareçam, e, em médio prazo, o efeito pode ser exatamente o contrário. Agora, depois de viver a “fase do luto”, depois do término de uma relação, é preciso encontrar forças para seguir em frente, e apelar para o lado racional é uma ótima forma. Entender o que não deu certo, o porquê não deu certo e aceitar que foi melhor assim são fases desse processo.

Como esquecer um grande amor?

Depois de passar por esses momentos de análise do término, de forma a vê-lo sob outra perspectiva, é hora de colocar em prática algumas dicas de como esquecer um grande amor. Vamos a elas.

#1 Aprenda a ser a sua melhor companhia

É comum que, depois de um tempo de relacionamento, ambas as partes acabem deixando de lado as suas vontades pessoais para realizar e tornar real os sonhos como casal. E não existe nada de errado nisso, é apenas o movimento natural de duas pessoas que querem construir uma história juntas.

A questão é que, depois do término, toda essa organização que estava sendo vivida até então muda drasticamente. Os finais de semana são só seus, e você pode fazer o que tiver vontade, sem precisar consultar outra pessoa. As noites de domingo também deixam de ser a dois, e uma pizza delivery pode ficar grande demais para uma pessoa só.

Toda essa transformação, nos mínimos aspectos, podem gerar sentimentos de solidão e não pertencimento, fazendo com que você vire, literalmente, uma barata tonta dentro da sua própria vida.

Por isso, a primeira lição para quem quer saber como esquecer um grande amor é entender que você é a sua melhor companhia, e que não é preciso ter aquela pessoa do lado para ser feliz e completa. Pensando dessa forma, com o tempo você vai descobrir o lado bom dos momentos de paz e que são só seus – e não vai querer abrir mão deles.

#2 Trabalhe a sua autoestima

É comum que um término de relacionamento dê uma abalada na autoestima. E, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a forma como ele acontece não é a responsável por isso. A autoestima está ligada não somente à questão física, mas à habilidade de fazer com que as coisas deem certo.

Por isso, quando um amor chega ao fim, há o sentimento de frustração e incapacidade, e eles devem ser trabalhados para que não abalem a sua autoconfiança.

Portanto, para quem quer entender como esquecer um grande amor, a dica é o seguinte: coloque na sua agenda atividades que lhe fazem bem, que despertem em você uma vontade de fazer dar certo. Além disso, dar uma repaginada no visual também não é má ideia. De vez em quando, nós, mulheres, precisamos e merecemos passar umas horinhas no salão e sair de lá ainda mais lindas e confiantes de que somos fantásticas. Esse carinho no ego faz muito bem, obrigada.

#3 Ficar em casa não ajuda a esquecer

Sabe aquelas amigas que se oferecem para ir na sua casa depois do seu término, comer pizza, tomar sorvete e assistir filmes de sessão da tarde? Elas são as melhores pessoas.

Mas é preciso saber que tudo tem limite: ficar em casa esperando o sofrimento passar enquanto a vida acontece lá fora não é a melhor forma de esquecer um grande amor.

Por isso, essas mesmas amigas devem propor outros programas, também. Uma ida ao shopping, um barzinho de happy hour, uma viagem do clube da Luluzinha: todas essas ideias são válidas e ajudam a passar por essa fase de uma forma mais divertida e saudável.

#4 Um amor pode, sim, curar o outro

Há quem diga que não, mas eu sou do time que acredita que um novo amor pode, sim, curar o outro. É claro que eu não estou falando para você conhecer alguém um dia depois do término, mas é importante se manter aberta para possibilidades.

A gente nunca sabe o que a vida reserva pra gente, e os encontros que ela vai proporcionar, por isso é que eu bato na tecla de que o término de um relacionamento não é o fim da vida amorosa, mas de uma história que deve ficar no passado. Eu conheço pessoas que encontraram o amor na fila do banco, comprando pão na padaria, viajando e, até mesmo, no vizinho de porta.

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