Como superar traumas de relacionamento

Como superar traumas de relacionamento
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Apesar do fato de todos nós termos conhecimento de que a vida nunca nos deu uma caução de que seríamos sempre tratados de forma justa e que as coisas más não ocorrem para nós, várias vezes somos tomados de espanto quando levamos um duro golpe que achamos que não merecíamos tomar.

Ficamos presas no que passou e simplesmente paralisamos a nossa vida. Por mais que se tente continuar em frente depois de um revés assim, muitas vezes os traumas sofridos no passado acabam se tornando uma tormenta ao conforto e harmonia próprios no presente.

Dar um up na vida, sair dos fatos e acontecimentos de arrependimento e dos questionamentos pode assemelhar-se ao que os navegadores de Portugal precisavam de enfrentar quando atravessavam o famoso cabo das tormentas.

Talvez o mais triste, porém, sejam os sentimentos pesados e pessimistas que as decepções, as perdas e fracassos foram criando em nós, construindo assim uma base de mágoa para o resto da vida e levando a pessoa a perder aquela que deveria ser a firme a ideia de que tudo vai melhorar.

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Entenda, aceite e deixe o seu passado, supere isso tudo

No entanto, muitas disfunções ao nosso equilíbrio emocional não são pereptíveis a olho nu. Mágoas e feridas invisíveis originadas de decepções acerca de nós mesmos e dos outros podem nos levar a indagarmos das escolhas passadas.

Apesar do fato de notarmos que nada pode mudar o que passou (os acontecimentos que vivemos), parece às vezes quase impossível passar por cima esses sentimentos dolorosos de chances perdidas, oportunidades não aproveitadas, escolhas ruins, amizades e relacionamentos destruídos​​.

O profundo sentimento de perda e desilusão, promovem a interrogação acerca de se conseguimos de fato superar isso. Eu creio que sim. Muitas pessoas têm conseguido ultrapassar as tristezas do passado.

No entanto, apesar de não ser possível transformar ou apagar os acontecimentos angustiantes vividos no passado, é possível reinventar a dor e a perda de forma a livrar-se da mágoa que paralisa.

Apesar de não podermos mudar o que aconteceu, como já expliquei, é possível reinterpretar todos os acontecimentos de forma a que possamos aceitá-los, percebê-los e superar todos eles.

Ao adentrar neste processo de superação de momentos considerados traumáticos ou angustiantes, deixará de ser uma vítima do seu passado.Aqui apresentamos algumas dicas para te ajudar a superar traumas de relacionamentos passados:

Passe a perceber que você talvez não consiga passar por cima de algumas coisas, mas conseguirá superar todas elas

Há alguns acontecimentos que mudam tanto a nossa vida, que de fato nunca conseguiremos apagá-los das nossas lembranças ou fazermos de conta que não existiram.

A perda significativa ou o coração partido por situações, como a morte de uma criança, um trauma sério, uma doença mortal, acidentes que acabam mudando radicalmente a vida em que você ou um parente querido fica para sempre inválido ou desfigurado, são apenas algumas exemplificações.

Quanto mais trágico for a perda, mais somos confrontados a erguer-nos acima dos acontecimentos. Quanto mais somos incentivados ao crescimento pós-traumático, mais devemos buscar apoio e ajuda para seguir.

Aquelas que estão firmados  a aceitar o sucedido e a liberar os seus corações para tentar outra vez, voltar a amar, a confiar novamente, irão superar o trauma muito melhor do que aqueles que se deixam cair em uma espiral de pessimismo, isolamento e amargura.

Você talvez não tenha a capacidade de mudar o que aconteceudo passado, mas pode escolher como vai lidar com todos os acontecimentos, para que possa levar a vida de um jeito que ainda ofereça esperança e alegria.

Tudo que você não têm conseguido superar é um aviso para algo que merece sua atenção

Imagine a luz de aviso de combustível no seu automóvel. O sinal que avisa que você está ficando com pouca gasolina, é um sinal para te proteger, é um sinal que chama a sua atenção a fim de lembrá-la para atestar o depósito e evitar assim que possa vir a passar por um estresse.

Igualmente algumas das coisas nas nossas vidas que não conseguimos superar nos passam uma mensagem de que há assuntos que precisam da nossa atenção, no sentido de precisarmps faze, aprender ou lidar com algo.

Bem lá no fundo, os sentimentos maus que têm origem nos acontecimentos passados, fazem-nos sentir muitas coisas desagradáveis para que possamos perceber que devemos fazer alguma coisa para conseguirmos voltar a ficar bem.

Mais de oitenta por cento de nossa vida não diz respeito ao que acontece, mas à nossa reação em relação ao que acontece

Em vez de concentrar-se no que não á pra mudar, coloque o foco no que pode ser alterado. Na grande dos casos, os acontecimentos não nos levam a sentir algo de uma certa maneira, somos nós que fazemos isso.

Nós é que resolvemos permanecer dentro de um sentimento que incapacita. É óbvio que dado a natureza de alguns acontecimentos de nossa vida, temos toda a legitimidade para estarmos mal.

No entanto, esses sentimentos pessimistas não impedem que possamos fazer alguma coisa para superar os acontecimentos e fazer surgir melhores sentimentos.

Assumir a culpa e a responsabilidade pelos seus próprios pensamentos e sentimentos sair de uma mentalidade de refém, irá capacitá-la para ultrapassar os remorsos passados, as decepções, tristezas e traumas, em vez de usar isso como em peso impossível de carregar.

Cuide dos fatos e esqueça as interpretações

Muitas vezes não conseguimos superar algo por causa de invenções que contamos a nós mesmos, que não são fundadas em fatos. Mas sim na maneira como interpretamos o que aconteceu.

Em alguns momentos podemos distorcer o tamanho e impacto verdadeiro do que aconteceu. Por exemplo, algumas mulheres que perdem um emprego ficam tristes, mas ainda têm a confiança para continuar em frente sabendo que surgirão melhores oportunidades.

Em contrapartida, outras não seriam capazes de superar esse trauma da rejeição e rotular-se-iam como fracassadas e sem futuro algum. O diálogo voltado para si, autocrítico de cariz negativo acaba sendo tão sedimentado, que muitas vezes não enxergamos que podemos mudá-lo

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