Comunicação não Violenta em Casais – Parte 2 (O GUIA COMPLETO)

Comunicação não Violenta em Casais – Parte 2 (O GUIA COMPLETO)
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Daremos continuidade à nossa primeira parte do artigo, iniciando com uma questão: Por que? “Por quê?” É uma das perguntas mais assustadoras para aqueles que são convidados.

É bom dizer nossas necessidades de forma afirmativa, em vez de negativa, para que a pessoa a entenda com clareza. Por exemplo, podemos dizer “eu gostaria que você passasse mais tempo comigo” do que “eu não quero que você gaste tanto tempo trabalhando”.

Quando se está zangado ou aborrecido, é porque não se entendeu a mensagem que estava escondida por trás das palavras de seu interlocutor, entra-se no julgamento e não na compreensão. A melhor coisa neste caso é parar para ouvir e ter empatia consigo mesmo.

Tenha cuidado, mostrar empatia não tem nada a ver com conforto. Confortar alguém que só precisa ser entendido não lhe fará bem algum. Por exemplo, se alguém diz “eu sou feio” e você responde, “mas não, você é sublime!” Isso não vai tranquilizá-lo.

Fale sobre isso em público

Às vezes, não sabemos exatamente qual é o limite entre o que temos a dizer ou não sobre a nossa vida como casal em público. Quando praticamos a CNV, entendemos que não somos responsáveis ​​pelas emoções e sentimentos dos outros. Congratulamo-nos com eles simplesmente. Congratulamo-nos com o que a outra pessoa sente com empatia sem tomar para si mesmo.

Eu não sou mais eu mesmo em sua presença

Para algumas pessoas, estar apaixonado significa depender dos outros e assumir a responsabilidade por seus sentimentos. É por isso que, assim que um relacionamento começa a se tornar sério, eles ficam com medo.

Expresse um pedido

Um pedido é feito dizendo “Eu gostaria” e especificando o que você quer, então perguntando à pessoa se eles concordam. Além disso, deve-se sempre ter o cuidado de expressar seu pedido na forma afirmativa.

Ex: “Eu gostaria que você me ajudasse mais em tarefas domésticas, não é?”

Como reagir em caso de sexismo ou racismo?

Para estimar que alguém é racista ou sexista após uma declaração, é ele que deve colocar um rótulo. Quando praticamos a CNV, não entramos em conflito com os comentários de alguém e também não os validamos. Pode-se fazer a pergunta “o que ele está tentando passar por essa frase?”

Insultos

Quando alguém nos insulta, vem do fato de que suas necessidades não estão sendo atendidas. Podemos, portanto, nos perguntar qual é a falta da pessoa que nos insulta.

Algumas pessoas não sabem como expressar seu sofrimento além de insultar. A violência, seja ela qual for, é devido ao fato de que não estamos focados no que está acontecendo em nós, mas tendemos a ver os outros como culpados ou responsáveis.

Capítulo 5: Expressando gratidão

Para expressar gratidão a alguém, eles não serão elogiados porque sentem que estão sendo manipulados.

Existem três maneiras diferentes de expressar gratidão a alguém:

  • dizendo a ele o que gostamos em sua atitude.
  • expressando o que se sente.
  • dizendo a ele quais de nossas necessidades foram atendidas.

Capítulo 6: O que é necessário para praticar a CNV?

Para praticar a CNV, nossa abordagem espiritual deve ser clara. É preciso estar ligado a outros seres humanos e não fazer juízos de valor sobre eles.

“Como eu quero me relacionar com os outros?” É a pergunta do autor várias vezes ao dia. Segundo o autor, existem maneiras diferentes de se relacionar com os outros. Pode ser:

  • fazendo uma pausa.
  • por abrandar.

Você tem que praticar CNV sem parar: examine a maneira como você reage às coisas, os julgamentos de valores que você tem em relação aos outros. Pode-se também praticar a auto empatia sobre si mesmo diante de nossas reações, para aprender com nossos erros.

Finalmente, para ajudar em nossa prática, podemos procurar o apoio e a presença de outros profissionais do NVC.

Capítulo 7: E o que vem fazer amor em tudo isso?

O amor é uma emoção presente em nós que podemos expressar e que podemos dar. É oferecer o ser no que é mais vulnerável, expor isso. Fazemos um grande presente, oferecendo-nos aos outros, mas também recebendo o que eles têm para compartilhar conosco, ouvindo-os sem julgar o que eles dizem. Usar a CNV é mostrar amor.

Conclusão

A melhor maneira de manter um relacionamento e respeitar os outros é ousar contar claramente, usando o CNV:

  • o que você quer.
  • o que sentimos.
  • o que precisamos.

Esta linguagem torna possível não julgar o outro, nem o criticar, não exigir nada dele.

Bônus: Método de Prática da CNV

Para ajudar aqueles que querem praticar a CNV, dou a você, além do resumo deste livro, o método necessário. Vamos pegar um dos exemplos usados ​​pelo autor no livro: uma mulher que se sente impotente quando o marido assiste à televisão.

Alguém que não usa a CNV dirá, por exemplo: “Quando você assiste TV, não presta atenção em mim, me sinto abandonado”. Para traduzir essa frase para o idioma da CNV, existem 4 etapas necessárias:

  • 1º passo: observamos os fatos objetivamente. “Quando você assiste TV”
  • 2º passo: expressamos o que sentimos. “Eu me sinto solitário” (e não me sinto abandonado que tenderá a envolver o outro)
  • 3º passo: um expressa a necessidade de alguém. (Não vamos dizer “eu preciso que você preste atenção em mim”, porque envolve o outro.) Ele vai dizer “eu preciso de atenção”
  • 4º passo: é feito um pedido claro e preciso. “Você gostaria que compartilhássemos atividades juntos?”

Recapitulação da sentença na CNV: “Quando você assiste TV, eu me sinto sozinho, preciso de atenção. Você gostaria que compartilhássemos atividades juntos? Se você quiser aprender mais sobre este método, você pode ler este livro no qual Marshall Rosenberg explica em detalhes.

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