Conheça os vilões do relacionamento

Conheça os vilões do relacionamento
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Quantos relacionamentos acabam por causa de falta de ajustes que vão se adiando no decorrer do tempo, até que se tornem impossíveis de se sustentar?

Quando uma relação chega ao fim, todos querem descobrir o que aconteceu para o ocorrido, mas durante o namoro ou casamento, às vezes os pares deixam de dar a atenção necessária a problemas que podem se mostrar inofensivos, mas que são os reais motivos de levar a um rompimento e até podem acabar com o amor.

Os motivos que levaram cada casal se decidirem estar juntos podem ser os mais diversos possíveis. O que é bem comum entre todas as mulheres é o desejo de que a junção dê certo.

Estamos sempre nos encaixando em relações, seja no trabalho ou com amigos e familiares. E todo relacionamento é uma troca a todo momento e precisa de um exercício de tolerância, flexibilidade e companheirismo.

Todo relacionamento tem suas idas e vindas. Para que se consiga mantê-lo forte e bem, é preciso estar ligado aos problemas que podem vir a aparecer para que não se transformem em um peso impossível de se carregar.

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Exatamente por ter nada a ver com um conto de fadas, são vários os relacionamentos que invariavelmente passam por crises, mas piorar e sincronizar elas podem resultar em sérios prejuízos para a relação.

Relacionamentos podem terminar por variados motivos, mas existem alguns que podem vir à tona com maior frequência e que, se descobertos, podem ser solucionados.

Os principais sinais de um relacionamento desgovernado, ou seja, que está precisando de reparos mandaremos a seguir. Esteja atenta aos sinais e aproveite para não permitir que eles se aproximem da sua relação:

Os 11 maiores vilões do relacionamento

1. Excesso de individualidade

Quando se é solteiro, a vida leva um rumo decidido apenas por você, suas decisões, o que você prefere. Mas quando a proposta é pela vida a entre duas pessoas, esse mecanismo precisa ser repensado:

Ninguém está falando para que se renegue de particularidades e da individualidade, mas que tenha nexo, preservando o seu pedaço do planeta, o mundo do outro e o mundo que pertence aos dois.

Estar sempre impondo, tendo atitudes egoístas e a insistente rejeição da existência do outro em nossas decisões sempre resultarão em conflitos se o movimento não incluir conversa, troca de ideias e empatia.

Insistir em uma característica individualista poderá afastar aos poucos o parceiro, que pode começar a se sentir deixado de escanteio, e também se afastar aos poucos, criando assim uma cena trágica e nada promissora onde estarão socialmente casados e emocionalmente divorciados.

2. Problemas de diálogo

A comunicação é o ponto ideal para todos os tipos de relações entre os seres humanos. Ela é a principal ferramenta de viabilização de uma relação amorosa e o que nos permite demonstrar e absorver aprendizado.

Muita gente guarda para si mesmos os pequenos conflitos que vão surgindo, mas esses podem se modificar em grandes perguntas que poderiam ter sido evitadas se simplesmente existisse uma troca de falas.

Precisamos praticar o diálogo sempre que der, separando os nossos pontos de visualização, nossos medos, insatisfações e satisfações também. Seu par só entenderá o que se passa com você a partir da hora que você contar o que houve para ele e vice-versa.

Quanto mais nos fecharmos ou mesmo apresentamos uma comunicação deficitária, impermeável e rígida, iremos aos poucos nos distanciando do outro, até passarmos a falar línguas tão diferentes ao ponto de ninguém mais se compreender na relação.

3. Indiferença

Uma relação amorosa pede para que os dois tenham o interesse em agradar, ajudar e fazer o outro se sentir aceito e especial. Mas, infelizmente, muitas vezes esse cuidado não acontece ou diminui após um tempo. O que pode sobrar é uma relação com muita frieza e vazio, que não deixa ninguém alegre.

Se no seu relacionamento ainda se teve nenhuma discussão, por incrível que possa ser, ainda existe um amor ferido lutando por sobrevivência, de fato.

Se as atitudes e formas de se comportar, ainda que visivelmente sem adequação ou até agressivos, não causam impactos mais, como onde o seu par estava ou decidiu não ir mais, não te interessa, nada fere, atrapalha ou mesmo magoa, é que realmente foi-se feita a indiferença.

4. Desconfiança

A confiança é um dos fatores mais importantes em qualquer relação. Sem ela as relações irão continuar superficiais, chatas e vazias. Para que haja uma entrega em uma relação a dois, é preciso acreditar naquele que foi selecionado por você, para compartilhar uma vida e, assim, cair de cabeça e sem receios na relação.

Assim como o excesso de ciúme pode levar e deixar qualquer relação aos alarmes de incêndio, perguntas insistentes, tentativas sem fundamento de controlar a vida do outro, como se o parceiro fosse um terreno, poderão acabar em desconfianças constantes e desconstrução do cônjuge.

Neste cenário nada calmo e sufocante, o relacionamento poderá começar a ter discussões e insatisfações, levando a relação às terríveis crises.

6. Instabilidade de humor

Qualquer relação pede muito por flexibilidade, saber segurar a barra e ser ponderada. São duas pessoas que sobrevivem no mesmo local, ou seja, duas mentes muito diferentes que às vezes irão achar legal o que o outro diz e concordará e outras, por mais que seja evitado, viverão momentos conflituosos.

Todo mundo se sente irritado às vezes, e permitir que isso venha a fluir pode, em muitos casos, ser melhor do que ficar se segurando. Mas é de extrema importância que haja uma tentativa de preservar o humor o mais estável que seja possível, para que não venham a acontecer discussões sem fundamento de fato, que são exaustivas e que dificultam muito a maneira de se conviver.

Pois bem, para tentar manter seu relacionamento fora de problemas esperamos que este artigo tenha lhe ajudado a entender como e quem são os verdadeiros vilões das relações.

 

 

 

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