Pílulas para emagrecer

Pílulas para emagrecer
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Pesquisas mostram que 1 em cada 5 brasileiros estão obesos. Estamos falando de aproximadamente 30 milhões de pessoas que talvez precisem emagrecer. Ninguém está acima do peso porque quer. Muitas vezes a condições de vida e trabalho facilitam o ganho de peso. A má alimentação, o sedentarismo, excesso de trabalho e outros fatores acabam dificultando que tenhamos um estilo de vida saudável.

Isso pode afetar nossas vidas de várias maneiras, como nossa saúde, autoestima e interferir nas nossas relações interpessoais. Contudo, existem diversas alternativas para buscar o emagrecimento saudável. Dentre elas estão a reeducação alimentar, a prática de atividades físicas, cirurgias para redução do estômago e o uso de medicamentos para emagrecer.

E quando se fala em medicação para emagrecer, existe uma grande polêmica em torno do seu uso. Alguns especialistas na área de saúde são radicalmente contra e outros defendem seu uso com restrições e acompanhamento médico. Questão é que em 2017, depois alguns anos de proibição, alguns inibidores de apetite voltaram a ter sua comercialização liberadas. Neste artigo vamos discutir se pílulas para emagrecimento funcionam, quais são seus prós e contras e se pode ser uma alternativa viável para você.

 

Quais são os tipo de pílulas para emagrecimento?

 

Existem diferentes tipos de medicamentos para auxiliam no emagrecimento. Os mais conhecidos deles são os inibidores de apetite. Eles atuam no sistema nervoso central diminuindo o apetite ou a compulsão por comida. Existem também o sacietógenos, que aumentam nossa sensação de saciedade ao comer. Também existem os medicamentos que provocam a diminuição da absorção de gordura no intestino.

 

O mais comum deles são os inibidores de apetite. Em 2017, além da sibutramina, A Senado Federal aprovou o comercialização e consumo de mais 3 substâncias que são as anfepramona, femproporex e mazindol . Isso significa que existem mais opções de medicações para emagrecimento.

 

Os inibidores de apetite, também conhecidos como anorexígenos, são os mais populares e são recomendados para quem está em um estado de pré-obesidade ou obesidade. Quando foram proibidos em 2011 pela ANVISA (Agência Nacional da Vigilância Sanitária), seu uso disseminado entre pessoas que queriam perder peso e muitas vezes eram utilizados sem prescrição médica. Contudo, a partir de 2017, os inibidores foram liberados com o uso restringido, ou seja, somente com de posse de receituário médico pode você adquiri-lo em farmácias.

 

Existem alguns prós e contras no uso de medicamentos para emagrecer. É preciso ter consciência na hora de tomar esses medicamentos. Mas, afinal, se ele foram liberados para uso médico, isso significa que existe um modo correto de utilizá-los? Agora que conhecemos um poucos mais sobre as os diferentes tipos de medicações que auxiliam no emagrecimento, na próxima sessão você vai ver como você pode se beneficiar do uso de inibidores.

 

Por que poderia tomar remédios para emagrecer?

 

Se existe tanta polêmico em torno dos inibidores de apetite, então porque tomá-los? Alguns profissionais acreditam que seu efeitos benéficos não compensam seus efeitos colaterais. Contudo, muitos outros profissionais vão afirmar que quando bem utilizados eles podem sim, auxiliar no emagrecimento saudável.

 

Um número cada vez maior de pessoas tem feito cirurgia para redução de estômago e o tratamento com medicamentos pode ser uma alternativa causa você não queria fazer uma cirurgia irreversível. Muitas pessoas fazem a cirurgia porque possuem compulsão alimentar e reduzem o tamanho do estômago para poderem comer menos. Isso não irá reduzir o seu apetite, mas irá impedir que você coma muito. Ou seja, é possível que você aprenda a controlar a compulsão alimentar.

 

Os inibidores, por outro lado, irão diminuir sua vontade de comer. Contudo, uma vez que você interrompa o uso dos medicamentos, a vontade de comer reaparece. Assim, é preciso tratar as origens da compulsão alimentar durante antes, durante e depois de iniciado o tratamento com inibidores de apetite. Pense no tratamento como uma oportunidade de emagrecer e aprender a viver melhor!

 

Vimos que o uso de inibidores de apetite foi legalizado e que você pode tomá-lo com receita quando liberado pelo seu médico. E que também o uso de medicamentos para emagrecimento pode ser uma alternativa para a cirurgia para redução de peso. Vamos ver agora quais seriam os prós e contras do tratamento com uso de pílulas para emagrecimento.

 

 

Emagrecendo com pílulas

 

É preciso ter duas coisas em mentes como se inicia uma tratamento com inibidores de apetite, o primeiro, como dissemos, é que o apetite ou a compulsão voltam depois quando interrompido o uso dos medicamentos. E segundo que o uso prolongado pode causar dependência e tolerância. Para evitá-los, tenha em mente que o tratamento possui uma período específico para terminar.

 

Um grande erro, segundo alguns especialistas, é que muitas pessoas acreditam que vão emagrecer apenas tomando medicamentos, o que não é verdade. Os inibidores são apenas auxiliares no emagrecimento. Durante tratamento também será necessário que reeduque sua alimentação e tenha uma uma rotina de atividades físicas. Tenha em mente que as medicações não te farão simplesmente emagrecer, eles te auxiliarão no controle do apetite, cabe a você se alimentar melhor e ter bons hábitos de vida.

 

Você também deve levar em consideração os efeitos colaterais que os anorexígenos podem provocar, como insônia, ansiedade, sudorese, taquicardia, hipertensão. Ou seja, são sintomas relevantes que podem prejudicar sua qualidade de vida à longo prazo.

 

Assim, as medicações podem sim ser um grande aliado no emagrecimento saudável, desde que você busque acompanhamento médico, que determinará um prazo determinado para inicio e o fim do tratamento e uma mudança de hábitos que seja permanente. Duas coisas precisam ser ressaltadas: bons hábitos de vida são a vida inteira o uso do medicamentos não. Muitas vezes não conseguimos controlar nossa compulsão por alimentos, mas os inibidores irão resolver momentaneamente seu problema, pois eles funcionaram apenas enquanto você os toma.

 

Então, você precisa se preparar para o momento seguinte ao término do tratamento, onde provavelmente estará mas magro(a) e você não não vai querer voltar ao peso anterior , né? Por isso procure entender as razões da sua compulsão alimentar e se caso necessário, procure ajuda de um profissional de psicologia

 

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