Por que devo esquecer um amor e começar outro

Por que devo esquecer um amor e começar outro
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Superar o fim de um relacionamento é difícil, principalmente se a decisão não foi sua. Em muitos casos quanto mais você deseja apagar alguém da sua cabeça, mais a lembrança dos momentos vividos insiste em te perturbar, isso acontece muitas vezes porque a pessoa acaba tomando atitudes equivocadas.

Psicólogos afirmam que esse é um momento para olhar para si, é o momento ideal de se conhecer melhor, reconhecer seus defeitos e qualidades, buscar melhoras, descobrir ou redescobrir do que você gosta ou não e claro, o mais importante: valorizar-se. Quando for pertinente, reflita sobre o término e quem sabe você não aprenda com tudo o que aconteceu.

Ver Também: Como tirar um amor impossível da cabeça

Como esquecer um amor e se preparar para outro

Não tente curar a falta de alguém com uma nova paixão – É aquela velha máxima de que um coração partido só se cura com amor, que na verdade nunca funciona.  O ideal é superar o término de um relacionamento sozinho, buscando sempre refletir sobre o fim. Quando desejar começar um novo relacionamento, é importantíssimo que o término tenha sido superado para então se entregar por inteiro. Investir tempo em atividades variadas com amigos e cuidar de si é o que contribui para a superação.

Se durante esse processo de cura surgir um novo amor, tudo acontecerá mais rápido, sem dúvidas. Porém, essa não é a condição para esquecer ninguém. As pessoas não sabem ficar sozinhas e dificilmente preenchem seus corações com outras coisas e a única maneira que sabem para serem felizes é se apoiar em alguém, o que não é nada positivo porque não se pode jogar nas costas de outra pessoa a responsabilidade que ser feliz implica, a relação acaba ficando pesada demais.

Não se transforme em um stalker – De acordo com psicólogos, procurar por notícias do ex através de amigos em comum ou seguir seus passos nas redes sociais são formas de paralisar a própria vida. Se a relação acabou é hora de olhar para frente e investir no novo, é um padrão de comportamento muito comum romper um relacionamento e continuar se sentindo no controle dele. Se transformar em um verdadeiro stalker é uma maneira destrutiva de dar continuidade à relação. Quando você vigia a rotina alheia, deixa a própria vida em suspenso, de escanteio e acaba não esquecendo mesmo porque a pessoa age como se ainda tivesse algo com o outro.

Não alimenta a culpa pelo fim – A raiva e a frustração de ver os planos amorosos ruírem podem levar a uma visão distorcida dos acontecimentos. Não é raro assumir o papel de vítima para chamar a atenção, para transformar o outro em vilão ou por puro comodismo. De acordo com psicólogos é bom ter cuidado para evitar se culpar excessivamente nem assumir a responsabilidade plena pelo fim da relação, pois um relacionamento é construído por duas pessoas que contam com defeitos e qualidades.

O comportamento contrário também prejudicial. Jogar a culpa no outro só piora a situação, principalmente se a pessoa não toma ciência dos próprios problemas e da sua parcela de culpa e responsabilidade no término, não consegue simplesmente se desvencilhar do passado.

Não se obrigue a ter novos interesses imediatamente – Você precisa se distrair, como sem dúvidas toda a sua família está falando, mas nem sempre procurar alternativas de lazer ou fazer uma transformação radical, mudar o guarda-roupa ou o corte de cabelo, por exemplo, são boas soluções principalmente por terem um caráter impulsivo. Novos interesses sempre serão bem vindos, mas apenas se a pessoa estiver realmente com vontade de investir sua energia em coisas novas.

Todo fim de relacionamento amoroso inclui um pequeno período de luto, e isso tem que ser elaborado lentamente. Tudo o que acontece impulsivamente não dura, é essencial pensar sobre o assunto e avaliar o que realmente gosta, para então poder beber de outras fontes, porém isso não significa se isolar. É preciso sair sim, se relacionar com outras pessoas e principalmente não deixar de se cuidar.

Evite rever a pessoa por um tempo – Se não houver filhos, é bom cortar o contato com a pessoa para que ela se torne menos presente em sua vida. Quanto maior for o afastamento, maiores serão as chances de se superar a perda. Deixar de ouvir a voz ou ver o ex fará com que a presença mental da pessoa também perca a intensidade. Muitas pessoas colocam o controle no lugar do afeto.

A pessoa nem está mais tão apaixonada, mas provoca encontros aparentemente casuais, busca por notícias, julga novos companheiros. Ao fazer isso, a vida não evolui e o relacionamento que não existe mais continua pairando nos pensamentos.

Não alimente lembranças – Pare de alimentar lembranças, principalmente as felizes. Para superar uma perda é essencial não ficar curtindo a tristeza isolado, fechado em seu próprio mundo lamentando-se ou lembrando das coisas que eram boas e foram perdidas, claro que isso tudo sem deixar de lado a necessidade de se rever, de ficar só por um tempo para entrar em contato consigo e com seus desejos mais profundos.

É importante refletir sobre o que não era bom na relação e pensar friamente sobre os motivos que conduziram o casal ao rompimento. O que verdadeiramente provocou a separação deve ser olhado e entendido, e deverá também servir de lição para os relacionamentos futuros ou para ajudar a aceitar que o fim era mesmo a melhor opção.

Não finja ser aquilo que não sente – Fingir que não está se importando com o rumo que os acontecimentos tomaram, quando internamente se sente em pedaços é uma atitude que não contribui em nada. Mesmo que as pessoas acreditem em você e na sua firmeza, por dentro o sofrimento só aumenta.

Colocar todo esse sofrimento para fora  ajuda a esquecer, assim também como desabafar com os mais próximos. Isso tudo faz parte do processo de luto, elabore primeiramente a perda, reveja alguns conceitos sobre o que é estar com alguém e viver um relacionamento. E então você conseguirá se reinventar e seguir em frente.

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