Será que antigamente, a conquista era melhor e mais fácil?

Será que antigamente, a conquista era melhor e mais fácil?
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Ouve-se muito o velho chavão de que bons tempos eram os de antigamente; que hoje ninguém mais respeita ninguém, que os valores mudaram, que as pessoas estão perdidas, etc. Será verdade? Até que ponto?

O que houve na realidade foi mudança de tempo, de épocas; de crescimento demográfico, de expansão cultural e informações a curto prazo e fácil acesso aos mesmos. As pessoas continuam as mesmas, com qualidades e defeitos, vontades próprias e personalidades distintas uma das outras.

Muitos que viveram sua juventude nas décadas de trinta, quarenta e cinquenta (isso para não irmos muito longe) costumam vangloriar-se de que naquele tempo as mulheres eram mais sérias e os casamentos mais duradouros. Que hoje, dificilmente uma jovem se casa virgem.

Pudera: naquela época, mal a garota crescia, o casamento já estava arrumado pelos pais, isso sem questionarem se ambos queriam ou não. Então, aos catorze anos, a jovenzinha inocente já começava sua vida sexual, com ou sem vontade. Seriam elas realizadas?

Partindo desse princípio, é fácil entender a virgindade naqueles dias: nem tinham tempo de conhecer seu próprio corpo e já estavam dando a luz filhos e mais filhos. Era o papel da mulher: a submissão e a procriação.

Obediência ao marido, seu “senhor”, sem voz ativa para nada, nem mesmo para as próprias vontades e direitos a que todos temos, ou pelo menos devemos ter.

Voltando ao tópico “virgindade”, seria absurdo mesmo uma jovem casar-se aos treze ou catorze anos já “deflorada”, com experiências passadas. Assim que os hormônios sexuais começavam a aflorar, elas já estavam com seus parceiros, os quais tinham que ser o mesmo “até que a morte os separasse”.

Como será que eram esses casamentos? Será que a maioria eram relacionamentos felizes, harmoniosos, com companheirismos? Não sabemos.

O que sabemos é que os sentimentos sempre existiram e sempre existirão, assim como as necessidades fisiológicas de todo ser vivente. Se era melhor no passado que agora, também é difícil saber.

Ninguém viveu, com a mesma idade, aquela e essa época para poder dar testemunho de alguma coisa. Então vamos continuar na dúvida e buscar nossa realização pessoal que é o que dá sentido às nossas vidas.

Ver também: Técnica infalível para a conquista não falhar

Como eram os relacionamentos antigamente?

Como se namorava antigamente? Como era o relacionamento do casal? Muitas garotas e rapazes têm muita curiosidade de saber como se namorava antigamente, como eram as abordagens, o papo, os amassos (isso já é papo de antigamente), o fazer amor (isso também).

Parece-me, na verdade, que essas dúvidas que rondam essas cabecinhas de hoje têm a ver com o tal do romantismo, aquele lance de namoro agarrado, de meu bem para cá, meu bem para lá.

Isso funciona, de certo modo, até hoje. Mas, o romantismo em essência, não parece resistir a poucos remanescentes.

Nas décadas passadas, de 30 a 70, por exemplo, apesar das diferenças temporais, a maioria dos namoros (relacionamentos de casal) eram padronizados, isto é, havia todo um ritual a ser cumprido pelos enamorados. Primeiro, nada de intimidades, regra número 1. E, para isso, o casal namorava nos limites da casa da menina, sob os olhares de irmãos, pais, etc. Quando muito, tinham seus minutinhos de privacidade, no portão. Era uma coisa louca, vocês podem imaginar.

Aliado ao baixo conhecimento da sua sexualidade, naquelas épocas, quase ninguém transava com ninguém, oficialmente falando. As meninas mais saidinhas, ficavam logo com a fama de “dadeiras”, “biscates”, “galinhas”, etc., e só eram procuradas para fins sexuais, para namorar não serviam. Isso deve ter sido bem marcante para elas. Enquanto aos meninos, ah! que diferença, esses eram os machões, a tudo podiam, inclusive mentir sobre relações sexuais que jamais existiram, como hoje eles “batem no peito e juram …

Quando havia sexo, tome papai-mamãe, a posição mais utilizada pelos casais. Porém, haviam os catecismos… Para quem não sabe, os catecismos, eram livretos impressos em preto e branco, vendidos às escondidas nas bancas de jornais, cujo conteúdo era composto de desenhos (uns muito bem feitos) de pessoas tendo relacionamento sexual, transando, nas suas mais revolucionárias posições.

Não podemos esquecer também de que muitos homens e mulheres da época já estavam anos-luz à frente do seu tempo em termos de sexo e sexualidade. Além dos experientes, esses eram os (ou as) amantes preferidos. Quanto melhor era na cama, mais fama e parceiras(os) conseguia.


Havia, no entanto, todo um procedimento que elevava o relacionamento de namoro a um status muito maior do que se pode constatar nos dias de hoje. De fato, namorar era uma coisa mais séria. Na verdade, namorar era o primeiro passo – o segundo era o noivado (alguém se lembra?) – rumo ao casamento.

Por se tratar de algo mais sério à época, a fase do namoro era muito mais densa e exploratória. Nela as pessoas procuravam extrair tudo o que pudessem, um do outro, para que as fases seguintes, noivado e casamento, pudessem vir sem maiores decepções. Poder-se-ia afirmar que os casais de antigamente sondavam-se muito mais, se comparados com as modalidade de namoros atuais (sim, há modalidades!)

O assunto sexo, tratado como tabu pela sociedade como um todo, não podia ser debatido entre pais e filhos, ou pelo menos essa era a herança deixada por seus avós. Assim sendo, e sem os recursos atuais (camisinha, exames laboratorias, vacinas, pesquisas, TV, internet, etc), fazer sexo era uma aventura muito arriscada. Ficava-se, portanto, nos amassos, nas palpações, mão naquilo, aquilo na mão, entre outras variantes sem a penetração.
Mas… o romantismo existia, e isso fazia a diferença entre o namoro de ontem e o namoro de hoje!

O mais legal, ao meu ver, nos relacionamentos anteriores às décadas atuais, era o romantismo, que pode ser visto hoje nos velhos (nem tanto!) e bons filmes de hollywood. Era diferente, convenhamos.

O que é ser romântico num relacionamento?

Ser romântico é uma característica pessoal, isto é, não se adquire com tutoriais ou estudos, porém, pode-se, através da generosidade, conseguir-se aproximar do ser romântico. Ah! e claro, pode-se acordar determinado dia com cara de bobo, admirando o nada, amando a natureza, com uma vontade enorme de falar com alguém.

 

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