Tem dificuldade em aceitar o amor? Conheça as dicas que farão você mudar de ideia

Tem dificuldade em aceitar o amor? Conheça as dicas que farão você mudar de ideia
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Existem muitas razões que podem fazer com que você se sinta desconfortável ao aceitar o amor de alguém. Talvez você esteja com medo de se machucar, talvez você tenha problemas para amar a si mesmo, então não se veja como alguém digno do amor de outra pessoa. Não importa o motivo que te deixe com medo de aceitar o amor, você pode aprender a se abrir para a possibilidade de amar e ser amado.

Aceitando o amor próprio

Entenda a autocompaixão. Ela é a extensão da aceitação e da empatia para si mesmo. A autocompaixão é crucial para a sua capacidade de amar os outros e de aceitar seu amor. Segundo pesquisas, a autocompaixão envolve três elementos:

  • Às vezes, nós aprendemos que somos egoístas ou narcisistas quando nos compreendemos e nos aceitamos, mas pense nisto: se um amigo cometer um erro, você vai lembrá-lo constantemente do quão horrível ele é, ou tentará compreender o erro? Estenda para você a mesma bondade que dedica aos outros.
  • Humanidade comum. Pode ser fácil acreditar que você é a única pessoa que possui defeitos e sente culpa, mas cometer erros e vivenciar a dor é parte do que nos torna humanos. A compreensão de que você não é a única pessoa que erra ou que se magoa pode ajudá-lo a se sentir mais conectado com aqueles que o rodeiam.
  • Atenção plena. A atenção plena tem muito em comum com a meditação: é a ideia de reconhecer e aceitar a experiência, sem julgamento, enquanto você a vivencia. Por exemplo, se você costuma ter o pensamento: “Eu não sou nem um pouco atraente, ninguém vai me amar”, uma abordagem de atenção plena poderia ser algo como: “Eu estou me sentindo pouco atraente. Este é apenas um dos muitos sentimentos que vivenciarei hoje”. Reconhecer o momento em que você estiver tendo pensamentos negativos vai ajudá-lo a redirecioná-los.

Entenda alguns mitos sobre a autocompaixão. Muitas vezes, os outros nos ensinam que aceitar a nós mesmos é uma atitude autoindulgente ou egocêntrica ou, ainda pior, preguiçosa. Ao invés disso, aprendemos que o perfeccionismo e a autocrítica são características saudáveis e produtivas. Na verdade, elas não são. Elas são geralmente baseadas no medo.

  • A autopiedade é diferente da autocompaixão. Ela é aquele sentimento de “coitado de mim”, que pode ocorrer quando as coisas não saem do seu jeito. Por exemplo: “O meu colega recebeu mais crédito pelo nosso projeto do que eu. Nada funciona para mim”. A autopiedade incide apenas sobre os seus problemas e muitas vezes cria sentimentos de inadequação. Um pensamento de autocompaixão poderia ser algo como: “O meu colega e eu trabalhamos duro neste projeto e eu sinto que fiz um bom trabalho. Eu não posso controlar a forma como os outros reagem ao nosso trabalho”.
  • A autocompaixão não é preguiça. Aceitar a si mesmo não significa que você não queira melhorar. Significa apenas que você não será cruel consigo mesmo quando cometer erros. A prática de expressar amor por si mesmo também o ajudará a expressá-lo para os outros.
  • Se culpar não é a mesma coisa que aceitar a responsabilidade pelos seus erros. Uma pessoa com autocompaixão ainda pode se sentir responsável pelos erros que comete, sem se sentir uma pessoa terrível. Pesquisas demonstram que as pessoas com autocompaixão são mais propensas a tentarem o auto-aperfeiçoamento.

Entenda a diferença entre a autocompaixão e a autoestima. Embora elas soem parecidas, existem algumas diferenças cruciais. A autoestima é como você se sente e o que pensa sobre si mesmo e é importante para que você seja uma pessoa saudável e feliz. No entanto, ele tende a ser motivada pela validação externa: por exemplo, você se sente atraente porque alguém elogia sua aparência. A autocompaixão está relacionada à autoaceitação, com seus erros e tudo mais, e a se tratar com bondade e compreensão.

  • Pesquisas de psicologia demonstram que a autoestima não é um indicador confiável de sucesso ou até mesmo de capacidade. Às vezes, as pessoas mais confiantes são as que sabem menos sobre uma situação.

Rejeite a vergonha. A vergonha é fonte de muito sofrimento, e todos nós somos muito bons em produzir sofrimento. A vergonha é a crença profunda e persistente de que, de alguma forma, não somos dignos: de amor, de tempo, de atenção. No entanto, muitas vezes ela não está relacionada com qualquer coisa errada com a gente ou com nossas ações: ela é um julgamento interno.

  • Tente ser consciente dos seus pensamentos e sentimentos sobre si mesmo. Às vezes, a vergonha se manifesta como a sensação de que você não merece o amor. Outras vezes, ela se apresenta como um medo de que, ao revelar nosso verdadeiro eu, a outra pessoa nos abandone. Estes sentimentos são comuns, mas também são muito prejudiciais. Tente afirmar para si mesmo que você merece o amor.

Pratique a autoaceitação. Isso não é natural na maioria das pessoas, porque muitas vezes somos treinados a enxergar a autocrítica como algo positivo (por exemplo, ela faz você trabalhar mais duro, melhorar a si mesmo, etc.). No entanto, existem alguns passos que você pode tomar para melhorar a sua capacidade de autoaceitação.

  • Ressalte seus pontos fortes para si mesmo. Estamos acostumados a fazer listas de erros, e os seres humanos tendem a lembrar de eventos e emoções negativas de forma mais clara do que ocorre com os acontecimentos positivos. Reserve algum tempo a cada dia para escrever algo positivo sobre si mesmo. Não importa muito se você realmente acredita naquilo em um primeiro momento. Crie o hábito de pensar sobre si mesmo de forma positiva e provavelmente você se tornará menos resistente a acreditar no que está pensando.
  • Não torne seus fracassos uma coisa pessoal. Pode ser fácil pensar, “eu sou um fracasso”, se você não for bem-sucedido em alguma coisa, mas esse tipo de pensamento generalizador te desvaloriza e promove sentimentos de vergonha. Ao invés disso, tente pensar algo como: “eu não fui bem-sucedido em _____, mas fiz o melhor que pude”.
  • Lembre-se de que você é humano. O perfeccionismo pode ter consequências devastadoras sobre a forma como nos vemos. Tente se olhar no espelho e dizer para si mesmo: “Eu sou um ser humano. Os seres humanos não são perfeitos e eu também não sou. Não há nada de errado com isto”.

Entenda que a vulnerabilidade, a fraqueza e os erros fazem parte da experiência humana. Às vezes, você fará alguma coisa que não queria fazer. Talvez você tenha ido mal em um teste, ou feriu os sentimentos de um amigo, ou perdeu a paciência com seu chefe. No entanto, ficar remoendo este eventos negativos e sentindo vergonha por eles o impedirá de encará-los como experiências de aprendizagem.

  • Ao invés disto, aceite tudo o que aconteceu, peça desculpas e, se possível, planeje como você agirá de forma diferente no futuro.
  • Aceitar seus erros não significa fingir que nada aconteceu. Nem mesmo significa não se sentir mal pelo acontecido. Assumir a responsabilidade pelas suas ações faz com que você reconheça seus erros, mas concentre-se no que você pode aprender com eles e em como poderá evitá-los no futuro, para transformar a culpa em crescimento.

Aceitando o amor dos outros

Compreenda de onde vem essa hesitação em aceitar o amor. As pessoas têm muitas razões para não se sentirem confortáveis aceitando o amor. Para algumas, este é apenas um traço de sua personalidade, que elas gostariam de mudar. Para outras, é uma história de abuso ou trauma que pode ter exigido que a pessoa se isole para se proteger, fazendo com que confiar em alguém o bastante para aceitar seu amor seja quase impossível. Entender por que você tem dificuldades para aceitar o amor o ajudará a superá-las.

  • Algumas pessoas são naturalmente mais reservadas do que as outras. Não confunda a reserva emocional com a incapacidade de aceitar ou de expressar amor.
  • Se você esteve em relacionamentos que terminaram mal, ou se esteve em um relacionamento com alguém que não retribuía o mesmo amor e confiança que você oferecia, pode ser difícil pensar em aceitar o amor novamente.
  • É natural que sobreviventes de abuso sintam-se incapazes de confiar nos outros. A confiança é uma coisa difícil de reaprender, então tome o seu tempo. Não se sinta culpado por ter dificuldade para confiar nas pessoas.

Torne-se confortável com a vulnerabilidade. Para alcançar intimidade nos relacionamentos, sejam eles com amigos ou com parceiros românticos, você precisa se sentir confortável estando vulnerável com a outra pessoa. Aceitar esta possibilidade pode ser aterrorizante, mas as pesquisas enfatizam que, sem a vulnerabilidade, a conexão humana não pode ocorrer.

  • Por exemplo, muitas vezes o que causa o clássico “medo de compromisso” é o medo de se tornar vulnerável e, em seguida, ser magoado. Frequentemente, isto é resultado de uns históricos de experiências passadas.
  • Você pode praticar aceitação da vulnerabilidade de forma gradual. Comece com gestos pequenos — cumprimente um colega de trabalho, diga “olá” para um vizinho — e aceite que talvez eles retribuam seu cumprimento e que está tudo bem. Você só precisa tentar se soltar.

Avalie o nível de vulnerabilidade com o qual você se sente confortável. Especialmente se você não tiver muita prática em aceitar o amor dos outros, ou se tiver sido ferido por pessoas queridas no passado, poderá precisar tomar um cuidado especial ao escolher o amor que está disposto a aceitar e o nível de vulnerabilidade com o qual é capaz de lidar neste momento.

  • Por exemplo, aceitar um convite para tomar um café com um colega de trabalho pode representar um nível bastante baixo de vulnerabilidade para algumas pessoas, mas um nível alto para outras. Decidir tentar recuperar uma amizade que se desfez representa um nível muito elevado de vulnerabilidade.
  • Talvez você precise começar com passos pequenos. Tudo bem. Você poderá evoluir para aceitar níveis maiores de vulnerabilidade, conforme se tornar mais confortável aceitando o amor.

Desista da necessidade de controle. Estar em um relacionamento com outra pessoa, seja ela um colega, um amigo ou um parceiro romântico, significa que você está se conectando com uma pessoa única, com sentimentos e pensamentos próprios. Você não pode e não deve controlar as ações e emoções das outras pessoas, tentar fazer isto poderá acabar prejudicando a todos no relacionamento. Aceitar que você não pode controlar a outra pessoa significa aceitar a possibilidade de que ela pode te machucar, mas também significa que você poderá descobrir quão amorosa ela poderá ser quando puder se expressar.

Encontre pessoas que te aceitem como você é. Se aceitar pode ser difícil se as pessoas que o rodeiam estiverem constantemente te criticando ou pedindo para que você mude. Será muito mais fácil aceitar o amor dos amigos e parceiros românticos que aceitem você, que não o critiquem constantemente, sintam vergonha de você ou definam condições para amá-lo.

Adote o direito de dizer “não”. Embora muitos estudos demonstrem que as pessoas abertas à vulnerabilidade e à aceitação do amor alheio tendem a ser mais felizes e saudáveis, você não é obrigado a aceitar o amor de todo mundo. Lembre-se sempre de que você pode e deve pedir aos outros para respeitarem seus limites.

  • A outra pessoa deve respeitar os limites definidos por você. Pessoas que rotineiramente ignoram ou rejeitam seus pedidos podem não estar genuinamente interessadas em seus sentimentos.

Aprenda a reconhecer quando o “amor” é, na verdade, um abuso emocional. Às vezes, as pessoas tentam controlar as outras através da manipulação dos seus sentimentos amorosos. O abuso emocional pode adquirir muitas formas, mas aprender a reconhecer estes sinais de alerta vai ajudá-lo a determinar quando a oferta de amor é algo que enriquecerá sua vida e quando ela é uma tentativa de te manipular.

  • Uma tática de abuso comum é condicionar o amor a algo que você faça. Isto pode se manifestar em manipulações, como, “se você realmente me ama, você…” ou “eu te amo, mas…”.
  • Outra tática de abuso é ameaçar retirar o amor para obter um comportamento desejado. Por exemplo: “Se você não fizer isto, eu não te amo mais”.
  • Os manipuladores também podem usar as suas inseguranças para convencê-lo a lhes obedecer, como, por exemplo, dizendo que “ninguém te amará como eu te amo”, ou “ninguém vai querer você se eu te abandonar”.
  • Se você vivenciar qualquer uma destas situações em seu relacionamento, considere procurar aconselhamento ou outro tipo de ajuda. O abuso emocional não é normal e você não merece passar por ele.

Dicas

  • Assim como acontece com qualquer outra habilidade, aprender a aceitar o amor leva tempo e prática. Você pode não sentir vontade de abrir seu coração para o mundo inteiro imediatamente, e não há nada errado nisto.
  • Quanto mais você praticar a auto aceitação e o amor próprio, mais você aceitará os outros.

Avisos

  • Indivíduos que tentam manipular ou controlar você, usando o “amor” como arma ou como forma de ameaça estão cometendo abuso emocional. Você não merece passar por isto e há recursos que podem te ajudar, como a Central de Atendimento à Mulher (180) e as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM).

 

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