VEJA OS MITOS SOBRE O AMOR QUE TODO MUNDO AINDA ACREDITA

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O amor é um tema foi e é estudado durante vários anos, alguns buscam a sua origem, outros como ele funciona ou se demonstra, e ainda tem aqueles que apontam que tipo de comportamento se deve ao amor. Em meio a tantas suposições e estudos, alguns mitos acabaram surgindo e são validados por quase todo mundo.

Apesar de serem comumente conhecidas, as “verdades absolutas” no amor não passam de uma mera suposição, ou um mito. Encarar esses mitos como regras a serem seguidas em uma relação no lugar de acreditar no que se sente de fato podem ocasionar sérios problemas na vida amorosa de uma pessoa.

Pense bem antes de tomar alguma decisão no seu relacionamento baseada em uma suposição. Para evitar que você de equivoque, conheça alguns mitos sobre o amor que podem distanciar um casal: 

Ver também: Não deixe a falta de cuidados acabar com seu relacionamento

Mulheres são mais românticas que os homens

Demonstrações de afeto não tem relação alguma com gênero, tanto é que pesquisas apontam que os homens são os que mais acreditam em que só se pode amar verdadeiramente uma vez na vida e que o amor é suficiente para ter uma relação tranquila e sem problemas maiores.

Ser romântico depende de muitos fatores, como a forma com que a pessoa foi criada, a frequência com que presenciou momentos de afeto entre pais e/ou familiares com quem conviveu quando era criança. Além disso, homens ou mulheres, eles simplesmente têm formas diferentes de demonstrar seus sentimentos.

O verdadeiro amor dura alguns meses

Não saber diferenciar paixão de amor causou a origem desse mito. O que realmente acontece é que nos primeiros meses de namoro é a paixão que comanda os sentimentos e ações do casal, após esse período, se o relacionamento continuar, surgiria o verdadeiro amor entre eles.

Mas o amor que também tem os seus momentos de discussão, de ceder, cuidar e estar ao lado da outra pessoa sempre que ela precisar, que podem durar anos e anos. Atenção, aqui não se trata de um amor estereotipado, mas sim do verdadeiro!

Mais um fato para comprovar a duração de um amor, consiste em um estudo que revelou resultados interessantes: ao analisarem os cérebros de casais que estão juntos a muito tempo, mostrou que eles tem a atividades cerebrais iguais as de um casal recém-apaixonado.

Mas sem os altos níveis de atividade nas áreas de ansiedade e obsessão. Com o tempo o amor não tende a redimir, mas sim a crescer de intensidade, ao tempo que diminui o que lhes poderia causar algum dano a outra pessoa.

Os opostos se atraem

A atração de dois polos opostos já é cientificamente provada, mas veja bem, estamos falando de atração. Em um relacionamento em que se tem a atração como base, principalmente durante o período da paixão, ou seja, no início da relação, tudo parece ser mais divertido e sem problemas aparente.

O que pode mudar drasticamente quando esse período acaba, pois na convivência as diferenças começam a surgir e ficar cada vez maiores, causando a frequência dos momentos de discussão e consequentemente o desgaste do relacionamento.

Casos de polos opostos só podem ser resolvidos se o casal tiver uma boa comunicação e procurar formas de lidar com as suas diferenças, sobretudo se elas forem baseadas em crenças ou princípios que não são compartidos por ambos. Por isso, pense bem na hora de decidir sobre a continuidade de relacionamentos assim.

O primeiro amor é o verdadeiro

Quantas vezes não ouvimos essa frase? A confusão quanto a isso surge devido a intensidade dos sentimentos que emergem na primeira vez que nos apaixonamos, tudo é uma novidade, são emoções que até então não tínhamos sentido, por isso pode nos parecer mais intenso e real. Dessa forma, não se quer dizer que seja o único, maior e verdadeiro que possamos ter na vida.

O crescimento do amor em uma relação não depende apenas da intensidade do sentimento, mas da base que o sustenta, como o respeito, companheirismo, amizade, cumplicidade, etc. e isso pode ou não ter acontecido na primeira vez que nos apaixonamos. Tudo depende de como lidamos com os sentimentos e o que fazemos para que ele possa perpetuar.

Não existem brigas quando duas pessoas se amam de verdade

É mais um mito baseado no amor estereotipado, na busca incansável do “viveram felizes para sempre” que vemos desde crianças e que aparece ainda com mais frequência na medida em que crescemos. Não imaginamos que em relações normais, ainda que baseadas no amor, para que o casal alcance um pouco desse final tão desejado, as brigas são inevitáveis.

Se esse mito fosse verdade, não haveria briga entre você e as outras pessoas que você ama, como familiares, filhos ou amigos. Há situações em que se deve conversar com o seu parceiro para chegar a algum tipo de entendimento, o surgimento ou não das brigas nesse momento depende do temperamento de cada um e da forma com que lidam o problema. Mas nada disso implica dizer que não existe mais o amor entre ambos.

A vida só terá sentido se encontrar sua alma gêmea

É inegável desenvolver o lado emocional é importante na vida de uma pessoa, mas por ser importante não quer dizer que seja essencial. É possível ter uma vida feliz sem a presença de outra pessoa para “completar” a sua felicidade.

Até porque é nessa dependência do outro que aponta que o seu lado pessoal e emocional não anda bem. Estar bem consigo mesma é mais importante do que o fato de ter ou não encontrado a sua “alma gêmea”.

Para comprovar esse fato, alguns estudos comprovaram que pessoas que acreditam em “cara metade” ou em “alma gêmea”, assim como só seriam felizes ao lado dessa pessoa, desenvolvem menos capacidade de perdoar ou tolerar o outro.

Assim como tais pessoas que vivem em busca dessa sua outra metade, tendem a passar mais tempo desanimadas e frustradas que as pessoas que priorizam a sua felicidade quer queira estejam dentro de um relacionamento ou não.

 

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