Veja pequenas atitudes que vão fazer seu casamento dar certo

Veja pequenas atitudes que vão fazer seu casamento dar certo
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O casamento bem-sucedido é quando nos apaixonamos várias vezes, sempre pela mesma pessoa. Muitas pessoas até falam “O que Deus uniu em seu amor, nada pode separar.”Se possuímos  a capacidade de gostar de outro fora nós mesmos,  não há que  duvidar da nossa capacidade de manter esse amor? Pura sabedoria; infelizmente, na maioria dos casos, não se pensa nisso.

Na verdade o ser humano necessita da estabilidade, seja ela material, econômica ou financeira, seja afetiva, sentimental ou emocional. Destaca-se aqui a instituição do casamento, concebido por Deus para ser estável, para durar eternamente.

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Deposite confiança nele

Uma das principais causas do apego extremo é a insegurança, que provoca que você tenha a necessidade de estar o tempo todo a toda hora por perto para saber o que o outro está fazendo e começa as duvidas, inseguras e medos aparecerem. Poder criar uma base de confiança é importante para ter um relacionamento saudável e mais feliz e tranquilo.

Tenha cuidado com a ansiedade

É importantissimo analisar também se o apego que você criou ao parceiro não é reflexo de um  algum sentimento de ansiedade ou de  angústias de pessoas que não necessariamente tem nada haver com o seu relacionamento. Nesse fato, se acha importante, vale a pena procurar a ajuda de um profissional para poder se conhecer melhor.

Procure um tempo para você

Você não precisa passar 24 horas por dia ao lado do seu companheiro. Reserve algum tempo para cuidar só de você, seja praticando uma atividade que você gosta, lendo um livro, ouvindo suas músicas favoritas ou indo à academia.

Ter esse tempo individual, além de ajudar você a apreciar mais a sua própria companhia, vai aumentar a saudade e a expectativa para reencontrar o parceiro. Nas relações saudáveis não cabem competições, pois a ideia é fomentar a parceria, o companheirismo para que ambos se desenvolvam em conjunto e paralelamente.

Segue o plano

Nenhum relacionamento substitui o relacionamento conjugal; sabemos muito bem do que o amor é capaz, logo não é de estranhar que essa união tenha a capacidade de não só preencher a vida dos envolvidos, mas sobretudo de fazê-los felizes. Nada mágico, isso torna-se cada vez mais real, quanto mais empenho e vontade houver por parte de ambos.
Afinal um bom casamento sempre está recheado de carinho, fraternidade, coesão, apoio mútuo, ternura e afeto.

O amor

O amor faz maravilhas na vida das pessoas; no casamento isso se torna muito paupável; amar e sentir-se amado, perceber que um faz parte da vida do outro; saber que há alguém com quem pode contar em qualquer situação, são algumas das realidades só possíveis entre vidas entrelaçadas, compromissadas…

investimento para ser feliz

O casamento deve durar porque é um investimento! Um investimento material e sentimental. E ninguém investe no fracasso. Na verdade a parte material é a menos importante, mas “pesa” e como pesa! Mas não é ela, na grande maioria dos casos, que define a continuidade ou não do “consórcio familiar”.

Já a parte sentimental, sim; esse investimento significa tudo no casamento: é ele que define seu sucesso. Investimos tudo? Confiamos? Ou apostamos apenas uma parte? Desconfiados, preferimos “reservar” já que, de repente, podemos perder tudo? Melhor prevenir…

Está em jogo no casamento o que temos de mais sagrado: a dignidade, a auto-estima, o amor próprio, tudo que construímos e preservamos para “aplicar” na hora certa, na medida certa, com a pessoa certa.

Seres diferentes

Criados um para o outro… Iguais e diferentes… Mesma essência, mesma dignidade, mesma capacidade de amar e de se doar. Muito diferentes nas “qualidades” e nos “defeitos”. Por isso o casal é muito mais que cada um por si; uma comunhão de vidas que se unem e se complementam num projeto grandioso de vida a dois, sonhado e construído aos poucos, capaz de realizar a ambos.

Como é bonito entre os passarinhos quando a fêmea, percebendo que chegou a hora, que está madura, pode e quer ter o seu ninho, seu “lar”, sua “família”. Transportemos isso para o ser humano…
Quanta alegria: nova casa, novos móveis, tudo planejado, cuidado, pensado, sonhado; do “nosso tamanho”, da “nossa cara” e “para nós”… Como vale a pena, como compensa o sacrifício, a dedicação… Parece impossível pensar que possa não dar certo!

Vale lembrar

O casamento deve durar porque você assumiu um compromisso! Jurou amor e fidelidade; deu sua palavra de aceitar o outro e de ajudá-lo a ser feliz; celebrou um pacto conjugal incondicional ao que possa advir.

Deixar de cumprir, de assumir essa responsabilidade, ignorando as cruéis consequências para todos os envolvidos é algo muito complicado para ser facilmente digerido. Tenha certeza, ninguém será mais o mesmo… e os estragos são imprevisíveis… e irremediáveis…

Sendo o casamento uma “estrutura” tão significativa para o ser humano, é evidente que são inúmeros os prejuízos advindos do seu “desmanche”, independentemente dos motivos que levaram a uma separação conjugal. Na verdade, por mais que a sociedade moderna tente pensar o contrário, o homem não convive bem com a separação. Com mais ou menos culpa, continua sendo um fracasso.

Deve ser duradouro?

O casamento deve durar porque faz bem! Faz bem aos pais que ficam felizes ao verem seus filhos criar “asas”, ganhar “força”, ir adiante com vida própria…

Faz bem aos cônjuges. Várias pesquisas mostram os benefícios “terapêuticos” do casamento, garantindo que homens e mulheres casados são mais saudáveis que solteiros e que após uma separação a qualidade de vida diminui.

Uma das explicações seria a de que os casais dão um ao outro apoio social e financeiro, além de um recíproco monitoramento da saúde. E ainda, casados são mais produtivos, tomam decisões mais sensatas e conseguem economizar mais.

Podemos ainda acrescentar aqui o papel do casamento na correção dos maus hábitos dos solteiros. Agora, se você não se identifica com nenhuma dessas ideias sobre o casamento é porque você já se contaminou com a cultura divorcista ou está prestes a ser envolvido por ela. Vale a pena repensar, resistir enquanto é tempo. Afinal, casamento estável e duradouro não é coisa do passado e temos a obrigação de lutar por ele.

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